O Supremo Tribunal Federal impôs uma dura derrota ao governo João Azevedo, ao derrubar por sete votos a três (até as 21h), a ADPF 369 (Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental), impetrada para tentar impedir o pagamento integral dos salários dos servidores do antigo Ipep. A votação foi realizada pela Internet, nesta sexta (dia 24), e tinha parecer contrário do ministro Luiz Fux.
No julgamento, Fux foi seguido por Edson Fachin, mas o ministro Alexandre de Moraes abriu divergência e foi seguido por Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Celso de Melo, Carmen Lúcia, Lewandowski e Rosa Weber. Marco Aurélio votou divergindo de Fux, mas não acatou todo o entendimento de Moraes. Faltava ainda o voto de Roberto Barroso. Ele votou com Fux.
Qual a principal consequência da decisão do STF? A aplicação de recente decisão do desembargador José Ricardo Porto, que havia arbitrado pelo retorno ao pagamento integral dos salários, seguindo entendimento anterior dos juízes Gutemberg Cardoso e Lúcia Ramalho. Porto também determinou o bloqueio de R$ 5 milhões para o pagamento dos salários.
Mas, logo após, o governo recorreu e o desembargador Márcio Murilo suspendeu a decisão de seu colega Ricardo Porto, inclusive liberando os R$ 5 milhões que tinham sido bloqueados. Em sua decisão, Márcio Murilo alegou que, diante da existência de uma ADPF em julgamento no Supremo, considerava mais prudente esperar pelo veredicto.
A ADPF foi impetrada, desde 18 de setembro de 2015, pelo ex-governador Ricardo Coutinho, depois de ter sofrido seguidas derrotas em todos os tribunais. E, após protocolar essa ADPF, ficou utilizando sua tramitação como falso argumento para adiar, indefinidamente, o julgamento do feito.
Perseguição – Caminha, portanto, para um desfecho a mais impiedosa perseguição que o ex-governador Ricardo Coutinho, de forma fascista, impôs aos servidores do antigo Ipep, durante nove anos. Agora, o Tribunal de Justiça deverá julgar, nesta segunda (dia 27), em votação online, decisão de José Ricardo Porto, para bloquear os recursos necessários ao pagamento dos servidores.
No julgamento, Fux foi seguido por Edson Fachin, mas o ministro Alexandre de Moraes abriu divergência e foi seguido por Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Celso de Melo, Carmen Lúcia, Lewandowski e Rosa Weber. Marco Aurélio votou divergindo de Fux, mas não acatou todo o entendimento de Moraes. Faltava ainda o voto de Roberto Barroso. Ele votou com Fux.
Qual a principal consequência da decisão do STF? A aplicação de recente decisão do desembargador José Ricardo Porto, que havia arbitrado pelo retorno ao pagamento integral dos salários, seguindo entendimento anterior dos juízes Gutemberg Cardoso e Lúcia Ramalho. Porto também determinou o bloqueio de R$ 5 milhões para o pagamento dos salários.
Mas, logo após, o governo recorreu e o desembargador Márcio Murilo suspendeu a decisão de seu colega Ricardo Porto, inclusive liberando os R$ 5 milhões que tinham sido bloqueados. Em sua decisão, Márcio Murilo alegou que, diante da existência de uma ADPF em julgamento no Supremo, considerava mais prudente esperar pelo veredicto.
A ADPF foi impetrada, desde 18 de setembro de 2015, pelo ex-governador Ricardo Coutinho, depois de ter sofrido seguidas derrotas em todos os tribunais. E, após protocolar essa ADPF, ficou utilizando sua tramitação como falso argumento para adiar, indefinidamente, o julgamento do feito.
Perseguição – Caminha, portanto, para um desfecho a mais impiedosa perseguição que o ex-governador Ricardo Coutinho, de forma fascista, impôs aos servidores do antigo Ipep, durante nove anos. Agora, o Tribunal de Justiça deverá julgar, nesta segunda (dia 27), em votação online, decisão de José Ricardo Porto, para bloquear os recursos necessários ao pagamento dos servidores.

