O processo seletivo para preenchimento do quadro de vagas do Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, em Santa Rita, foi fraudado. É o que afirma o empresário representante da Cruz Vermelha filial Rio Grande do Sul, Daniel Gomes da Silva, em mais um trecho de sua delação premiada em colaboração com a Operação Calvário.
De acordo com Daniel Gomes, Ricardo Coutinho queria que fosse feita uma grande seleção, com muita divulgação, por se tratar de um ano eleitoral. A concorrência, porém, era apenas de fachada. “Naquele momento já tinha sido determinado em uma reunião, por mim e por Ricardo que ele iria dividir e lotear entre vereadores e deputados da base de 30 a 50 vagas para cada um”, contou.
Segundo ele, as provas foram conduzidas de forma a beneficiar o grupo determinado por Ricardo Coutinho e chegou a haver adulteração das notas de candidatos. Daniel Gomes explicou que nem todas as pessoas indicadas eram preparadas pra exercer as funções para as quais foram designadas, mas a orientação era de que elas fossem treinadas para isso.
O áudio com o depoimento foi transmitido nesta quarta-feira (5) por uma emissora de rádio de João Pessoa.
De acordo com Daniel Gomes, Ricardo Coutinho queria que fosse feita uma grande seleção, com muita divulgação, por se tratar de um ano eleitoral. A concorrência, porém, era apenas de fachada. “Naquele momento já tinha sido determinado em uma reunião, por mim e por Ricardo que ele iria dividir e lotear entre vereadores e deputados da base de 30 a 50 vagas para cada um”, contou.
Segundo ele, as provas foram conduzidas de forma a beneficiar o grupo determinado por Ricardo Coutinho e chegou a haver adulteração das notas de candidatos. Daniel Gomes explicou que nem todas as pessoas indicadas eram preparadas pra exercer as funções para as quais foram designadas, mas a orientação era de que elas fossem treinadas para isso.
O áudio com o depoimento foi transmitido nesta quarta-feira (5) por uma emissora de rádio de João Pessoa.
Diário da Paraíba com Clickpb
