A Operação Calvário expõe um esquema responsável pelo desvio de mais de R$ 1 bilhão da Saúde. Conforme o Gaeco/MPPB, as fraudes envolviam agentes públicos e Organizações Sociais (OS) que gerenciavam hospitais. Essa quadrilha igualmente atuou em outras unidades da federação, a exemplo do Rio de Janeiro.
Além dos mandados de prisão, são cumpridas ordens de busca e apreensão contra empresas e pessoas investigadas. Veja a lista divulgada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba (Gaeco) do Ministério Público da Paraíba (MPPB):
- Aléssio Trindade de Barros – secretário da Educação e da Ciência e Tecnologia da Paraíba;
- Ivan Burity de Almeida – secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico da Paraíba;
- Eduardo Simões Coutinho – diretor do Hospital Geral de Mamanguape;
- José Arthur Viana Teixeira;
- Márcio Nogueira Vignoli;
- Hilário Ananias Queiroz Nogueira;
- Vladimir dos Santos Neiva;
- Jardel da Silva Aderico – ex-secretário da Promoção da Paz de Alagoas;
- Antônio Carlos de Souza Rangel;
- Henaldo Vieira da Silva;
- Giovana Araújo Vieira;
- Mário Sérgio Santa Fé da Cruz;
- José Aledson de Moura
- Pousada Potiguara/Camaratuba LTDA – propriedade do investigado Ivan Burity de Almeida;
- Conesul Comercial e Tecnologia Educacional EIRELI – propriedade do investigado Márcio Nogueira Vignoli
- Editora Grafset LTDA
- J.R. Araújo Desenvolvimento Humano EIRELI/Editora Inteligência Relacional (com endereços em Ribeirão Preto/SP e Maceió/AL) – propriedade do investigado Jardel da Silva Aderico;
- Instituto de Psicologia Clínica Educacional e Profissional (IPCEP)
- Brink Mobil Equipamentos Educacionais LTDA – com endereços em Colombo/PR, Curitiba/PR, Campina Grande do Sul/PR e São Paulo/SP.
Por Diario da Paraiba
