A mãe de uma paciente, acusa a maternidade frei Damião, em Cruz das Armas de negligência médica por sua neta ter nascido morta na tarde deste domingo. A espera ansiosa de conhecer o rostinho de sua netinha, se transformou em momentos de tristeza e angústia para todos.
A mulher inconformada, disse que esteve na Maternidade quatro vezes com a filha em trabalho de parto, no entanto, a médica informou que gravida ainda não estava em trabalho de parto, estaria com outra patologia.
Alguns exames foram solicitados e realizados pela paciente, mesmo não apresentando qualquer resultado, a médica insistiu em não internar a grávida. Na tarde de domingo, a gravida retornou a maternidade com muitas dores, foi submetida a uma cesariana, porém a criança nasceu morta.
A demora para se fazer o parto, pode ter sido consequência da morte do bebê. A mãe dela, contou que conversou várias vezes com as médicas de plantão, mas elas examinavam e diziam que não tinha chegado o tempo e era para aguardar. O mau atendimento é denunciado por outros familiares de pacientes.
A família vai entrar com processo contra a Maternidade e formular a denuncia junto ao MPPB.
Por Aguinaldo Mota
A mulher inconformada, disse que esteve na Maternidade quatro vezes com a filha em trabalho de parto, no entanto, a médica informou que gravida ainda não estava em trabalho de parto, estaria com outra patologia.
Alguns exames foram solicitados e realizados pela paciente, mesmo não apresentando qualquer resultado, a médica insistiu em não internar a grávida. Na tarde de domingo, a gravida retornou a maternidade com muitas dores, foi submetida a uma cesariana, porém a criança nasceu morta.
A demora para se fazer o parto, pode ter sido consequência da morte do bebê. A mãe dela, contou que conversou várias vezes com as médicas de plantão, mas elas examinavam e diziam que não tinha chegado o tempo e era para aguardar. O mau atendimento é denunciado por outros familiares de pacientes.
A família vai entrar com processo contra a Maternidade e formular a denuncia junto ao MPPB.
Por Aguinaldo Mota